quarta-feira, 30 de março de 2011

5. Por que um material que não é ímã se torna magnético?

Existem na natureza, materiais que na presença de um campo magnético é capaz de se tornar um ímã, sendo ele fraco ou não. Esses materiais são classificados em ferromagnéticos, paramagnéticos e diamagnéticos. 


Os Paramagnéticos - são materiais que possuem elétrons desemparelhados e que, quando na presença de um campo magnético, se alinham, fazendo surgir dessa forma um ímã que tem a capacidade de provocar um leve aumento na intensidade do valor do campo magnético em um ponto qualquer. Esses materiais são fracamente atraídos pelos ímãs. São materiais paramagnéticos: o alumínio, o magnésio, o sulfato de cobre, etc. 

Os Diamagnéticos – são materiais que se colocados na presença de um campo magnético tem seus ímãs elementares orientados no sentido contrário ao sentido do campo magnético aplicado. Assim, estabelece-se um campo magnético na substância que possui sentido contrário ao campo aplicado. São substâncias diamagnéticas: o bismuto, o cobre, a prata, o chumbo, etc. 

Os Ferromagnéticos – as substâncias que compõem esse grupo apresentam características bem diferentes das características dos materiais paramagnéticos e diamagnéticos. Esses materiais se imantam fortemente se colocados na presença de um campo magnético. É possível verificar, experimentalmente, que a presença de um material ferromagnético altera fortemente o valor da intensidade do campo magnético. São substâncias ferromagnéticas somente o ferro, o cobalto, o níquel e as ligas que são formadas por essas substâncias. Os materiais ferromagnéticos são muito utilizados quando se deseja obter campos magnéticos de altas intensidades.

6. Coleta de Dados.

Você deverá utilizar 3 pregos de tamanhos diferentes, fio elétrico e uma pilha e preencher a tabela abaixo:
(a) Faça a Experiência de 1 a 3 para o prego pequeno, 4 a 6 para o prego médio e 7 a 9 para o prego grande.
(b) o número de espiras será definido por você. Preste atenção na escolha.
Experimento
Comprimento
do prego

d.d.p.
Número de Espiras
Clipes Atraídos
Força de Atração
1
8 cm
1,2 V
29
14;10;18  média 14
0,12348 N
2
8 cm
1,2 V
24
10;9;14     média 11
0,09604 N
3
8 cm
1,2 V
20
3; 7 ;5       média 5
0,04802 N
4
11,5 cm
1,2 V
23
15;27;18   média 20
0,18522 N
5
11,5 cm
1,2 V
34
30;38;28    média 32
0,26068 N
6
11,5 cm
1,2 V
19
5;17;9      média 10,3
0,11662 N
7
14 cm
1,2 V
31
57;18;48    média 41
0,39102 N
8
14 cm
1,2 V
36
33;46;71    média 50
0,48706 N
9
14 cm
1,2 V
28
3;18;14    média 11,6
0,12348 N
 
OBS: Cada Experiência deve ser reproduzida 3 vezes.

7. Observando a Tabela comente a respeito do comprimento do prego:

Não só o comprimento do prego, mas, também o número de espiras, modificam e muito os resultados que podem ser obtidos.
Quanto maior o prego for, maior seu núcleo será e conseqüentemente, mais clipes serão atraídos.

8. Observando a Tabela comente a respeito do número de espiras:

Não só a quantidade de voltas, mas também o jeito a ser enrolado o fio, são pontos de extrema importância. Quanto mais voltas tiver o fio de cobre, maior será o campo magnético. Se enrolado uniformemente, nos trará um resultado muito melhor do que enrolado de forma não tão “caprichada”.

9. Faça um comentário geral sobre os dados encontrados na tabela.

Tanto o tamanho do prego quanto o número de espiras, influenciam diretamente o resultado e são fundamentais para a formação do campo magnético ideal.

10. Qual a maior dificuldade do grupo para a construção do eletroímã ? Justifique.

A maior dificuldade do nosso grupo foi na construção do eletroímã, para descobrir a quantidade adequada de espiras e o melhor modelo de fio a ser utilizado.

11. Faça uma descrição da evolução do seu projeto.

Começamos as testes com fios desencapados e depois encapados, também alternamos o numero de espiras. Ao longo das experiências, fomos alcançando com sucesso resultados melhores, até o projeto atual.